O Milênio de Prata
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O milênio de Prata

Autor: Alex Tenou
Email: july.oc@terra.com.br

Prólogo

Contam os anciões que há mais de mil anos existiu um Reino na Lua. Aquele satélite da Terra, foi avançando econômica, política e socialmente e iniciou um tratado de paz com os planetas que lê rodeavam. Contacto com Mercúrio, Marte, Júpiter, Vênus, Saturno, Urano, Netuno e Plutão e todos aceitaram o pacto de paz. O Reino da lua. Por contar com mas tecnologia e ser o bem mais estabelecido reino, se tornaram a capital do sistema solar, que se denominou milênio de Prata em honra a cor do cabelo de sua soberana, a rainha Serenity.

O Reino da Lua também tento fazer com que a terra fizesse parte do pacto mas os humanos da Terra negaram a oferta da Lua porque tinham medo de que os habitantes dos demais planetas quisessem colonizar e tiranizá-los. O Milênio de Prata foi esquecendo da terra e começou a desenrolasse de forma prospera. Criou uma milícia comunitária, cujo os representantes eram as Sailor Seshis, um esquadrão de guerreiros composto por uma princesa de cada planeta. As princesas eram levadas desde sua mas terna infância ao Palácio da Lua, onde eram treinadas com dureza e disciplina para converte-las em guerreiros. Tinham muita força e um poder mágico superior a qualquer habitante do Milênio de Prata, era um grupo de combate invencível.

É desta maneira viveram anos de esplendor, bailes a luz das estrelas, dias repletos de luz e calor e noites cheia de romantismo místico.

A paz durou pouco. A lenda diz que Caos, uma entidade maligna proveniente do espaço exterior, quis apoderasse do sistema solar. Os deuses tiveram que sair do paraíso para combater aquele malvado, dotando a cada guerreiro o domínio de um elemento da natureza, poder, força e valor é a Rainha da Lua um mágico Cristal de Prata capaz de fazer milagres. Dizem que a luz daquela jóia dotada de mistério simbolizava a segurança do reino. O Milênio de Prata viveria enquanto aquele frágil cristal conservara sua luz.

Caos foi derrotado mas sua semente se instalou nos planetas exteriores, Saturno, Urano, Netuno e Plutão, convertendo as Outer seshis, as guerreiras desses planetas, em seres cruéis, ambiciosos, em guerreiros sedentas de sangue que seriam capazes de vender a sua alma al diabo em troca de poder.

Foi tanta sua ambição que as 4, dirigidas por Sailor Saturno, deusa da destruição, e formando um bloco sólido e unido de ódio, deram um golpe de estado na Lua. Dando o lugar a uma cruel batalha entre as Inner Seshis, as guerreiras dos planetas cálidos, e as Outer Seshis.

É o ódio se havia apoderado do Milênio de Prata si no ultimo momento não tivera aparecido uma luz branca, virginal, segadora e sublime que destruiu o Caos que reinava que reinava nos cor5acoes de seus guerreiros. A Rainha Serenity, com sua beleza sobrenatural, o vestido flutuando contra o vento e seus cabelos prateados banhados pela luz dos planetas, havia usado o Cristal de Prata. Os avos contam aos seus netos que aqueles que presenciaram a batalha choraram a o ver aquela luz serena. E que depois só houve silencio.

A paz voltou a o Milênio de Prata mas a Rainha serenity, não perdoou a traição cometida por aquelas 4 guerreiras. As colocou em um Sono eterno, do que não despertariam jamais. As Inner Seshis depositaram as Outer Seshis em câmeras de cristal, que ficavam em seus respectivos planetas, e juraram não despertá-las a menos que o Milênio de Prata precisasse.

Mas alem das fronteiras do milênio de prata se criou um reino paralelo a Lua: O Reino Obscuro, invejava a boa saúde de que gozava o Milênio de Prata e atacou em numerosas ocasiões o Reino de Serenity, com demônios e seres procedentes dos mas tenebrosos cantos do inferno. Poço a poço o cristal de Prata foi perdendo sua luminosidade adotando uma cor grisalha, pressagio de que a situação estava critica.

A Rainha Serenity chamou a guarda. As inner Seshis apareceram diante de sua soberana e abaixaram a cabeca solenemente, apoiando um joelho no solo como sinal de respeito. Serenity sorrio. As guerreiras haviam demonstrado sua força física e mental. Aquelas quatro mulheres compartiam um vinculo que ia mas do que o amor. Eram capaz de perderem a vida para protegê-la. Dirigiu uma olhada de solaio para o Cristal de Prata e as lagrimas se acumularam em seus olhos, lutando para sair.

Havia visto no Cristal que essa vez o inimigo era diferente, mas poderoso. Duvidou. Não sabia se sairia bem desta e... tomo uma decisão, esperando com todo o coração não haver se enganado. Escoltada pelas Inner Seshis se dirigiu aos planetas exteriores.

Primeiro se dirigiu a Urano, o planeta dos ventos. Sem sua protetora o planeta havia se convertido em um lugar árido, desértico, onde o vento ditava suas normas a uma gente que havia sido abandonada tempos atrás. Serenity sentiu remorsos já que quando selo as Outer Seshis ao sonho eterno, também acabou com as princesas daqueles planetas. É as luta contra os demônios e sua própria conduzia havia deixado de lado as pessoas daqueles planetas consumidos pela fome e a guerra.

Sailor Vênus, a líder das Inner Seshis noto que sua Rainha temblava e, ao levantar a vista, viu que suas bochechas brilhavam debaixo da luz dos satélites de Urano. Lagrimas?

Júpiter deu o primeiro e depositou as mãos sobre a urna de cristal que continha o corpo de Sailor Urano. Cuja mente vagava pelas terras do sonho. Marte e Mercúrio a imitarão, deixando que a energia se acumulara sobre o cristal. Vênus pos a mão no ombro de sua soberana.

“E o correto”, falou.

Então, Serenity, suspirando apresada, depositou as mãos ao lado das de Vênus, na urna.

Apareceu sobre o cristal uma luz dourada é Sailor Urano abrio os olhos. Serenity não viu restos de caos naquele confundido olhar verde. Sorrio aliviada.

Dirigiram-se ao planeta Netuno, onde o palácio era o único edifício que aparecia entre as furiosas olas e os cantos das sereias. Repetiram a operação esperando que, ao despertar, não houvera rastros de Caos na guerreira dos oceanos. Uma luz verdeazulada apareceu sobre o cristal da urna em que repousava Netuno, é uma jovem de olhos azuis despertou.

A rainha dirigiu seu olhar para o Cristal de Prata, que pouco a pouco ia perdendo sua luz e seu poder a medida em que os demônios iam entrando no Milênio de Prata e atacavam os planetas e seus satélites. Perguntou-se se também devia despertar a Saturno e a Plutão. Plutão era a guardiã do tempo e espaço, tinha um poder desconhecido e uma forma de atuar cheia de mistérios. Plutão nunca deu explicações a nada sobre seu comportamento e foi a mais sanguinária durante a guerra. E Saturno, a guerreira da destruição, o Messias do Silencio... seus poderes eram incalculáveis. Ela sozinha podia destruir um planeta inteiro com um ligeiro movimento da Vara do Silencio, aquela grande lança afiada que segurava na sua mão direita como se tratasse da mesma foice que a morte usava.

Sailor Mercúrio lê havia confessado em uma conversa que fazia umas semanas, que só a energia de todas as Sailors seria capaz de vencer a onda de terror que lês ameaçava e que a união de suas energias poderia renovar o espírito do Cristal de Prata. Sailor Mercúrio sempre foi a mais inteligente. Confiou que nesta ocasião também não estaria errada.

Dirigiu-se ao planeta Plutão e, com a ajuda das Inner Seshis, de Urano e de Netuno, despertaram a guardiã do tempo.

A Rainha Serenity dirigiu a vista, com terror a os anéis que protegiam Saturno. Seria correto despertá-la?

Sentiu uma mão e um cálido aperto. Sailor Marte, a líder espiritual de sua guarda pessoal. Não necessitou olha-la para compreender que devia fazê-lo. Era a única forma de salvar o Milênio de Prata.

A lenda conta detalhadamente como a aura benfeitora das guerreiras do Milênio de Prata, unidas de novo, pode regenerar o cristal de Prata e trazer a paz ao Reino da Lua. É como a Rainha decidiu dar uma segunda oportunidade as Outer Seshis, pois viu que seus corações já não tinham rastro de Caos.

Mas quando as crianças perguntavam a seus avos como pode chegar a cair o Milênio de Prata os maduros olhos de seus avos se se enchiam de sombras e recordavam abrangiam as ruínas do Palácio da Lua, das flores mortas nos jardins, a fonte quebrada, como apareciam os cadáveres mutilados dos soldados, os corpos sem vida das Sailors, da Família Real... e a lenta descida da Foice da morte sobre o Milênio nascido para brilhar. Assim nasceu uma Lenda.

Continua...